Ele criticou duramente a operação policial que matou 122 pessoas no Rio no fim de outubro. Na ocasião, ele chamou o governador Cláudio Castro (PL) de “assassino de Cristo”. “Foi uma ação deliberada do governo do estado do Rio de Janeiro para assassinar pessoas até então inocentes”, diz ele em vídeo. “Quando ele [Castro] mata alguém da favela, ele mata o próprio Cristo representado.”
A confusão começou depois que Lopes pediu o microfone na vigília convocada por Flávio Bolsonaro. Ao tomar a palavra, pediu que o ex-presidente fosse condenado também pelas mortes durante a pandemia de covid-19. Antes, leu uma passagem bíblica segundo a qual “quem cava covas por elas será engolido”.


