Nunca aceitaram Bolsonaro no poder

Nunca aceitaram Bolsonaro no poder. Nunca foi pelo “jeito de falar”, pelo “discurso duro” ou pelas lives simples. Foi por algo muito mais profundo, e

Nunca aceitaram Bolsonaro no poder.
Nunca foi pelo “jeito de falar”, pelo “discurso duro” ou pelas lives simples.
Foi por algo muito mais profundo, e para eles, muito mais perigoso:
pela primeira vez em décadas, alguém chegou lá sem pertencer ao clube.
Bolsonaro não nasceu em berço de ouro, não foi moldado por marqueteiros, não cresceu em rodas de champagne da elite.
Não estudou em Harvard, não foi treinado pela Faria Lima, não deve sua carreira a banqueiros, empreiteiras ou artistas dependentes da Lei Rouanet.
Ele chegou à Presidência sem dever nada ao sistema.
E isso, para quem sempre mandou e desmandou no Brasil, é um pecado imperdoável.
A resposta veio rápida e brutal:
inquérito atrás de inquérito, manchete atrás de manchete, narrativa atrás de narrativa.
Um verdadeiro consórcio para tentar destruir a reputação de quem ousou romper o monopólio de poder que esquerda e establishment ergueram ao longo de décadas.
É quase cômico , se não fosse trágico , assistir hoje os mesmos que quebraram o Brasil, que roubaram estatais, que protagonizaram o maior esquema de corrupção da história mundial, posarem como “defensores da democracia” em palácios luxuosos…
enquanto aquele que enfrentou o foro privilegiado, cortou privilégios, reduziu ministérios e expôs a podridão da máquina pública é tratado como o grande vilão nacional.
A mensagem deles é cristalina:
“O povo pode votar… desde que vote em um dos nossos.”
Quando o povo ousa escolher alguém de fora, alguém que não se dobra, começa o espetáculo:
censura travestida de “combate à desinformação”, abuso de poder vestido de “defesa das instituições”, tentativas de apagar o legado, intimidar apoiadores e perseguir qualquer um que pense igual.
Podem prender, cassar, censurar, perseguir, tentar reescrever a história.
Podem até tentar calar o homem.
Mas não conseguem apagar o que milhões testemunharam entre 2019 e 2022:
é possível, sim, enfrentar o sistema, falar a verdade de frente e romper com décadas de fisiologismo e corrupção.
Essa luta nunca foi apenas sobre Jair Bolsonaro.
É sobre o Brasil que queremos deixar para nossos filhos.
É sobre um país onde o honesto não seja tratado como bandido,
e onde bandidos de colarinho branco parem de ser exaltados como heróis de capa de revista.
Essa chama eles não apagam.
Porque ela não está em um homem só.
Ela está em um povo que acordou, e que não pretende voltar a dormir.

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