As pessoas que se sujeitaram a se apresentarem fantasuados de animais de pano, no inicio da COP30, em Belém, protestam agora por falta de pagamento dos cachês contratados.
O grupo foi ridicularizado nas redes sociais após protagonizar a encenação vexatória e agora reclama que nem mesmo a primeira parcela dos valores acordados foi depositada na data prevista.
De acordo com o relato de uma das atrizes, o contrato para o “espetáculo” previa o pagamento de R$ 5 mil para cada profissional. O valor deveria ser pago em duas etapas de R$ 2.500, com a primeira parcela para o dia 5 de novembro.


