O Ministério Público recomendou a liberdade provisória do vereador Lucas de Souza Lemos e considerou ilegal o afastamento dele do mandato. Para o MP, não há provas suficientes que justifiquem a prisão preventiva nem a retirada do cargo.
Lucas foi preso em 11 de novembro durante operação em um imóvel de terceiros. A defesa afirma que ele não era alvo do mandado e que nada ilícito foi encontrado com ele.
O órgão ressaltou que o vereador é réu primário, tem residência fixa, enfrenta problemas cardíacos e não usa o cargo para interferir nas investigações.
O MP pediu a liberdade sem tornozeleira eletrônica e o retorno imediato de Lucas Lemos às funções na Câmara.
Fonte GNBAHIA


