Associação 3 De JULHO VIVE DIAS DE TERROR: MORADORES DENUNCIAM AMEAÇAS, AGRESSÕES E CASAS ENCENDIADAS

ASSOCIAÇÃO 3 DE JULHO VIVE DIAS DE TERROR: MORADORES DENUNCIAM AMEAÇAS, AGRESSÕES E CASAS INCENDIADAS Clamor por socorro chega às autoridades da Bahia A tranquilidade

ASSOCIAÇÃO 3 DE JULHO VIVE DIAS DE TERROR: MORADORES DENUNCIAM AMEAÇAS, AGRESSÕES E CASAS INCENDIADAS
Clamor por socorro chega às autoridades da Bahia

A tranquilidade que sempre marcou a rotina da Associação 3 de Julho deu lugar ao medo, ao pânico e à sensação permanente de insegurança.

Moradores relatam viver “os piores horrores” dentro do próprio lar. Segundo denúncias, um cenário de violência generalizada tomou conta da comunidade, colocando famílias inteiras em risco.

De acordo com relatos enviados à nossa reportagem, os associados afirmam estar sofrendo ameaças de morte, agressões verbais, coação, intimidações constantes e até incêndio de casas. “É um verdadeiro temor que estamos vivendo”, descreveu um dos moradores.

Pais de família e trabalhadores dizem estar sendo obrigados a abandonar seus próprios lares, sob pressão de indivíduos que estariam tentando controlar a área por meio do medo.

As denúncias apontam ainda para a existência de documentos falsos, supostamente usados para forçar moradores a abrirem mão de seus direitos.

Segundo os associados, três pessoas seriam as responsáveis por instalar o caos na comunidade:

um advogado,

um ex-policial militar,

e um ex-presidente da própria associação.

Os moradores afirmam que o trio atua de forma organizada, impondo terror psicológico e criando um ambiente insuportável. “É desespero. A gente dorme com medo e acorda com medo”, relata uma moradora que pediu anonimato por temer represálias.

Diante da situação crítica, os moradores fazem um apelo urgente: que a Justiça e as autoridades competentes intervenham imediatamente, antes que a tragédia ganhe proporções irreversíveis.

Mais de 100 associados já registraram denúncias e cobram do Poder Judiciário da Bahia uma resposta rápida, firme e eficaz.

A comunidade teme que, sem ação imediata, vidas possam ser ceifadas em meio à desordem que tomou conta da região.

A população da Associação 3 de Julho pede socorro — e espera que as autoridades atendam esse grito antes que seja tarde demais.

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