Antes do ano virar, que tal uma DR com amor ?

Além dos balanços íntimos e pessoais, o encerramento do ano costuma se apresentar como um momento propício para avaliações do casal, do casamento e da

Além dos balanços íntimos e pessoais, o encerramento do ano costuma se apresentar como um momento propício para avaliações do casal, do casamento e da família. Expectativas não verbalizadas, decisões adiadas e conversas importantes deixadas para depois atravessam a virada e tendem a se acumular no novo ciclo. Para a pastora Rouse Gonçalves, há temas que não podem ser ignorados e precisam ser tratados com intencionalidade antes do próximo ano começar.

Em postagem em uma de suas redes sociais, Rouse, referência no ministério familiar ao lado do marido, o pastor Josué Gonçalves, chama os casais à responsabilidade do diálogo consciente. O primeiro ponto destacado é o futuro da família. “Primeiro, qual é o próximo passo da nossa família?”. Segundo ela, a pergunta abre espaço para conversas sobre finanças, investimentos e limites. “Vocês vão conversar sobre finanças, onde investir, onde precisam economizar mais”, explica.

Para a pastora, o planejamento não se restringe ao controle financeiro. Ele inclui projetos que dão sentido à caminhada do casal. “Outro assunto que você precisa conversar é sobre sonhos. Qual é o sonho que vamos tirar do papel este ano?”, diz. Nomear expectativas e transformá-las em decisões concretas faz parte do alinhamento conjugal.

A dimensão espiritual aparece como eixo de sustentação da vida familiar. “O próximo assunto é espiritualidade. Vamos orar juntos, vamos servir mais? Como podemos alinhar a vida espiritual da nossa família?”, enumera. Em seguida, Rouse aponta ajustes práticos da rotina, lembrando que escolhas simples moldam o convívio. “O próximo assunto é rotina. O que precisa mudar no nosso dia a dia? Talvez mais tempo juntos, menos celular. Por exemplo, não levar o celular para a cama”, orienta.

Questões sensíveis também precisam ser tratadas com maturidade e respeito. “O próximo assunto é vida sexual. O que precisamos ajustar? O que precisa ser conversado com sinceridade e respeito?”. A conversa se estende às decisões sobre filhos e dinâmica familiar, de acordo com a pastora. “O próximo assunto é família. Para quem não tem filhos, é o tempo de ter filhos? É um tempo de pausa? Separe um tempo para conversar sobre isso antes de o ano terminar”, aconselha.

Ao concluir, a pastora desloca o foco do romantismo para a unidade espiritual do casal. “Deixa eu te lembrar de algo muito sério. O diabo não teme um casal que se ama. Ele teme um casal alinhado em Deus”, conclui. A virada do ano, dessa maneira, deixa de ser apenas simbólica e passa a marcar decisões conscientes que sustentam o casamento ao longo do tempo, finaliza a pastora.

 

 

 

 

Fonte Comunhão

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