Uma mãe atípica de Eunápolis fez um forte desabafo nas redes sociais ao denunciar a falta de medicamentos essenciais para o tratamento do filho, diagnosticado com TEA, TDAH e TOD, nível de suporte 3.
Segundo ela, a rotina tem sido extremamente difícil. Sem o medicamento, as crises do filho se intensificam, afetando diretamente sua saúde física e emocional. “Não consigo dormir, não consigo nem me alimentar direito”, relatou.
A mãe afirma que, diante da ausência de suporte público, tem sido obrigada a tirar do próprio bolso para garantir o tratamento do filho — um direito que deveria ser assegurado pelo SUS. A realidade, segundo ela, não é isolada.
Ela diz que luta por todas as mães atípicas e que, muitas vezes, é preciso tirar de onde não se tem para comprar um medicamento que deveria ser disponibilizado. “Nós não aguentamos mais sofrer”, desabafou.
O apelo foi direcionado ao prefeito Robério Oliveira, cobrando atenção urgente do poder público municipal para as famílias atípicas que enfrentam dificuldades diariamente.
A denúncia levanta um alerta sobre a falta de assistência e o impacto direto na vida de crianças que dependem de acompanhamento contínuo e medicação adequada.


