*EUNÁPOLIS CHEGA AO LIMITE: A POPULAÇÃO NÃO SUPORTA MAIS A GESTÃO DE ROBÉRIO OLIVEIRA*
Dez meses. Bastaram dez meses de governo Robério Oliveira para mergulhar Eunápolis num abismo de indignação, desespero e vergonha.
A cidade que um dia acreditou em promessas de reconstrução agora assiste, impotente, a um espetáculo de incompetência, arrogância e descaso — e já não há quem suporte.
O Hospital Regional, que deveria ser o coração da saúde pública, virou um retrato de calamidade.
Faltam medicamentos, faltam equipamentos, falta respeito. O que sobra é dor. Pacientes amontoados, acompanhantes desesperados, profissionais esgotados. Médicos e enfermeiros lutam contra a miséria estrutural e contra a própria indignação.
Todos pedem o mesmo: a saída imediata da secretária de Saúde, Lívia Oliveira, símbolo maior de uma gestão que perdeu completamente o rumo.
Mas enquanto o povo sangra, o que fazem os vereadores? Calam-se. Fingem que não veem, não ouvem, não sabem. São cúmplices silenciosos de um projeto de poder que já não engana ninguém.
E o que dizer dos puxa-sacos de plantão, que por um cargo pífio vendem sua dignidade, repetindo discursos vazios para agradar o baixo clero do governo? São eles que mantêm viva a farsa de um governo que já morreu.
Eunápolis não aguenta mais. Chega de humilhação, chega de improviso, chega de tratar a cidade como propriedade privada. O povo clama por dignidade, por gestão, por respeito.
Porque se há algo que Robério Oliveira precisa entender de uma vez por todas é que essa pode — e deve — ser a última vez que alguém o chame de prefeito.


