A nova Dubai brasileira: o pequeno município que pode enriquecer com royalties do petróleo

Em outubro de 2025, a Petrobras recebeu uma licença ambiental do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) para iniciar a

Em outubro de 2025, a Petrobras recebeu uma licença ambiental do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis) para iniciar a fase de pesquisas do bloco FZA-M-59, área com potencial petrolífero localizada a cerca de 500 km da foz do rio Amazonas, o maior rio em vazão de água da Terra e o segundo mais extenso do mundo.

A faixa marítima da Margem Equatorial brasileira, considerada promissora para a exploração de recursos energéticos fósseis (petróleo e gás), estende-se da foz do rio Oiapoque, no extremo norte do Amapá, até o litoral do Rio Grande do Norte.

O local recentemente habilitado pelo órgão ambiental para a exploração está a cerca de 175 km da costa do Amapá, posicionado ao longo dessa margem.

No começo de 2026, a Petrobras, que tem conduzido a perfuração dos poços de hidrocarbonetos a fim de comprovar a viabilidade do empreendimento, precisou paralisar temporariamente suas atividades após a identificação de um vazamento de fluido de perfuração (biodegradável e de baixa toxicidade) no seu poço de Morpho.

A empresa afirma que o vazamento foi inteiramente contido e determinou um prazo de 15 dias, desde 4 de janeiro, para o retorno das atividades.

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