O ex-prefeito de Salvador também afirmou que o caso não é isolado e citou outras intervenções supostamente paradas em diferentes regiões do estado, como a BA-120 entre Monte Santo e Queimadas, a Delegacia e o Mercadão de Mucugê, além da BA-225, que liga Gentil do Ouro a Mirorós, e a duplicação da rodovia entre Feira de Santana e São Gonçalo.
ACM Neto mencionou ainda dados atribuídos ao Tribunal de Contas da União, apontando mais de 900 obras paralisadas na Bahia, com mais de R$ 1,5 bilhão disponível em caixa.
Segundo ele, o governo “promete muito e entrega pouco”, afirmando que a paralisação de obras teria se tornado “padrão” na gestão estadual.
Fonte GNBAHIA


