Terror no Cemitério: Homem é Encontrado Decapitado em Guaratinga

Um cenário de horror foi encontrado no cemitério de Guaratinga, no bairro Novo Horizonte, na manhã desta segunda-feira (3). O corpo de Sebastião Neves Vieira, 50 anos, foi descoberto decapitado, com a cabeça localizada a cerca de 20 metros do restante do corpo, em cima de uma folha de papel com a inscrição “Jack safado CV”. A vítima, que morava próximo ao local do crime, apresentava sinais de tortura, com cortes no corpo e no rosto, e tinha os pés e as mãos amarrados com uma camisa. A polícia acredita que o crime ocorreu no local, devido à presença de sangue no muro do cemitério e próximo ao corpo. Um Passado Turbulento Sebastião tinha problemas mentais e era conhecido por ameaçar pessoas na rua quando estava embriagado. A Polícia Civil de Guaratinga está investigando as circunstâncias do crime para identificar a autoria e a motivação. A comunidade de Guaratinga está em choque com o ocorrido e aguarda ansiosamente por respostas sobre o que aconteceu com Sebastião. A polícia pede a colaboração da população para ajudar a esclarecer o caso e trazer justiça para a vítima e sua família.

Porto Seguro é destaque com ações de promoção turística na Argentina

Porto Seguro é destaque com ações de promoção turística na Argentina Porto Seguro está em evidência na Argentina com a participação da Secretaria Municipal de Turismo no 64º Workshop Turístico e no Mercado de Viajes, nos dias 31 de outubro e 1º de novembro, em Córdoba. A ação integra a estratégia de fortalecimento internacional do destino, com estande próprio da Secretaria em parceria com as operadoras Bon Bini e GIT, reunindo representantes do trade turístico local. A Secretaria do Turismo apresentou os principais atrativos apresentados estão a rica cultura local, as experiências gastronômicas, o ecoturismo, o turismo histórico, as vivências esportivas e náuticas, o turismo religioso, a vibrante vida noturna e as opções de luxo, com destaque para o charme do Quadrado de Trancoso. “Com a presença de marcas consolidadas e a união entre poder público e iniciativa privada, Porto Seguro reafirma sua posição de destaque na América do Sul, fortalecendo vínculos com o mercado argentino, um dos principais emissores de turistas internacionais para o Brasil”, frisa o secretário de Turismo, Guto Jones, fazendo menção ao voo fretado, que vai sair de Córdoba direto para Porto Seguro no verão.

‘Meu depoimento falso condenou 3 adolescentes à prisão perpétua e a culpa me persegue desde então’

Ron Bishop sabia que estava mentindo. Ele tinha 14 anos e estava diante de um juiz, acusando três menores de Baltimore de assassinar seu melhor amigo, DeWitt Duckett, em 18 de novembro de 1983. O caso contra Alfred Chestnut, Andrew Stewart e Ransom Watkins parecia sólido, apoiado pelo depoimento de três outras supostas testemunhas do crime, então Bishop temia o que poderia acontecer se ele as contradissesse. “Se eu dissesse a verdade, iria contradizê-los a todos, porque eles tinham três testemunhas dizendo que aqueles três caras eram culpados”, disse ele ao podcast Lives Less Ordinary, da BBC. Com base no falso depoimento de Bishop e das outras testemunhas — também menores — o júri considerou Chestnut, Stewart e Watkins culpados do assassinato de Duckett e os condenou à prisão perpétua. Por mais de 30 anos, Bishop carregaria a culpa de ter mentido e de ser responsável por mandar três pessoas inocentes para a prisão. Mas, em 2019, uma revisão do caso pelo Ministério Público de Baltimore revelou sérias inconsistências e finalmente abriu caminho para que Bishop revelasse a verdade que mantinha em segredo desde aquele fatídico dia de novembro na Escola Primária Harlem Park, em Baltimore, em 1983.

RJ: 87% dos moradores acreditam que Rio vive situação de guerra

Uma pesquisa Genial/Quaest divulgada neste domingo (2) aponta que 87% dos moradores do Rio de Janeiro acreditam que a cidade vive uma situação de guerra. O levantamento foi feito após a megaoperação policial realizada na última terça-feira (28) nos complexos da Penha e do Alemão, que teve como alvo o Comando Vermelho e deixou 121 mortos, incluindo quatro policiais. Entre os entrevistados, 13% discordaram da percepção de guerra. Questionados se outras grandes cidades do país enfrentam cenário semelhante, 51% responderam que sim, 42% disseram que não e 7% não souberam opinar. O estudo ouviu 1.500 moradores do estado, com 16 anos ou mais, entre 30 e 31 de outubro. As entrevistas foram presenciais e têm margem de erro de três pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Ainda segundo a pesquisa, 74% afirmaram ter medo de uma reação do tráfico após a operação, enquanto 25% disseram não temer e 1% não soube responder.

Apenas eleitores de esquerda rejeitam megaoperação, diz Quaest

Pesquisa Genial/Quaest divulgada neste domingo (2) mostrou que apenas eleitores lulistas ou de esquerda não têm convicção sobre a megaoperação contra o CV (Comando Vermelho) no Rio de Janeiro, que deixou 117 civis e quatro policiais mortos. Entre os eleitores que se dizem lulistas, 51% disseram que a polícia deveria realizar operações como essa, 46% que não deveriam e 3% não souberam responder. Já entre os eleitores de esquerda que não votam em Lula, 50% defendem a operação, 44% rejeitam e 6% não souberam responder. Os eleitores independentes majoritariamente dizem que a polícia deve realizar operações como a da semana passada: 72%, ante 23% que são contra e 5% não souberam responder. Entre os eleitores da direita não bolsonarista, 93% defendem as ações da polícia nas comunidades e apenas 5% rejeitam, enquanto 2% não souberam responder. E 94% dos que se definem como bolsonaristas são favoráveis, enquanto 5% são contrários e 1% não soube responder. A Quaest ouviu 1.500 eleitores moradores do estado Rio de Janeiro de forma presencial e domiciliar entre os dias 30 e 31 de outubro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais, para mais ou para menos, com nível de confiança de 95%. Felipe Nunes destacou, ainda, que o governador Cláudio Castro (PL) ganhou 10 pontos de aprovação após a operação policial.

Governo Lula critica operação no Rio e defende PEC da segurança

O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) criticou na 4ª feira (29.out.2025), em um vídeo nas redes sociais, a forma como a megaoperação nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, foi conduzida. Sem citar o governador Cláudio Castro (PL), a publicação afirma que é preciso atacar “o cérebro e o coração” dos grupos criminosos e defende a PEC (Proposta de Emenda Constitucional) da segurança pública. A operação Contenção foi a mais letal da história do Brasil, com 121 mortes confirmadas. No vídeo, o governo Lula diz que matar 120 pessoas “não adianta nada” no combate ao crime. “Mesmo se forem todos bandidos, amanhã tem outros 120 fazendo o trabalho”, afirma. A publicação diz que o crime organizado é um dos maiores problemas do Brasil, destruindo famílias, oprimindo moradores e espalhando a violência. “Por isso, com razão, as pessoas têm medo e raiva”, afirma. “Matar criminosos, então, parece solução. É isso que explica a operação no Rio. Só que operações como essa também colocam policiais, crianças e famílias inocentes em risco”, declara.  

Bolsonaro acredita que será mandado para a Papuda, diz site

Condenado a 27 anos e 3 meses de prisão por envolvimento em uma trama golpista, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) já admite a possibilidade de começar a cumprir pena no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília. Segundo o site Metrópoles, o ex-chefe do Planalto confidenciou a pessoas próximas que acredita ser esse o destino mais provável, embora ainda busque reverter a condenação com recursos no Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo com uma fonte próxima à família, Bolsonaro pretende tentar converter a pena em prisão domiciliar caso o STF determine sua ida a um presídio. O principal argumento deve ser o estado de saúde do ex-presidente, que enfrenta problemas recorrentes desde que deixou o governo. Neste ano, ele foi internado três vezes e passou por procedimentos cirúrgicos.

Papa Leão XIV pede fim da ‘tragédia’ no Sudão em Angelus

O papa Leão XIV abordou a violência da guerra civil no Sudão e os confrontos na Tanzânia durante o Angelus deste domingo (2), reforçando o pedido de paz nos dois países. Ele revelou ainda que irá “rezar pelos mortos que ninguém se lembra” neste Dia de Finados. “Com grande pesar acompanho as trágicas notícias que chegam do Sudão, em particular às do massacre ao norte de Darfur”, declarou o pontífice, citando “a onda de violência indiscriminada contra mulheres e crianças, ataques a civis indefesos e os graves obstáculos à ação humanitária”, que têm causado “um sofrimento inaceitável a uma população já exausta pelos longos meses de conflito”. Ao abordar o confronto entre as Forças de Apoio Rápido (RSF) e as Forças Armadas iniciado em abril de 2023 na nação africana, que somente na semana passada assassinou mais de 460 pacientes e seus acompanhantes em um hospital, segundo dados da Organização Mundial de Saúde (OMS), Robert Prevost voltou a reforçar “o apelo para um cessar-fogo entre as partes”, além “da abertura urgente de um corredor de ajuda humanitária”. “Por fim, convido a comunidade internacional a intervir de forma decisiva e generosa, oferecendo assistência e apoio àqueles que estão trabalhando arduamente para prestar socorro” ao povo sudanês, concluiu Leão XIV, que também mencionou a recente onda de violência nas ruas da Tanzânia, “onde eclodiram confrontos após as recentes eleições políticas, resultando em numerosas vítimas”. “Exorto a todos a evitarem todas as formas de agressão e a seguirem o caminho do diálogo”, falou o Papa.

Alvo de megaoperação, no ‘Caldeirão do Inferno’

A operação nos complexos do Alemão e na Penha, que teve como alvo o cumprimento de 100 mandados de prisão e 180 de busca e apreensão, faz parte da ofensiva das forças de segurança para frear o avanço do Comando Vermelho (CV). A facção, surgida na prisão de Ilha Grande, no Rio de Janeiro, entre as décadas de 1970 e 1980, tornou-se uma das mais influentes do tráfico no estado. A ação marca mais um capítulo da disputa entre o estado e o crime organizado pelo controle de territórios nas favelas do Rio e resultou em: 121 mortes, sendo 117 suspeitos e 4 policiais 113 presos, sendo 33 de outros estados, como Amazonas, Bahia, Ceará, Pará e Pernambuco 10 menores infratores apreendidos 118 armas apreendidas, sendo 91 fuzis, 26 pistolas, 1 revólver Mais de 1 tonelada de drogas apreendida Entenda abaixo como surgiu o Comando Vermelho, inicialmente chamada de Falange Vermelha. Facção surgiu no ‘Caldeirão do Inferno’ Desde o império até os generais da ditadura militar, as autoridades do Brasil sempre entenderam que a Ilha Grande, a mais de 100 quilômetros da capital do Rio de Janeiro, era o local ideal para isolar pessoas: primeiro, doentes de cólera e febre tifoide, vindos da Europa e África. Depois, presos políticos, assaltantes de banco, estupradores e assassinos.

Prefeito de Eunápolis tenta se promover com o sucesso da Copa Condesc sem ter dado apoio ao evento

*Prefeito de Eunápolis tenta se promover com sucesso da Copa Condesc sem ter dado apoio ao evento* A Copa Condesc foi um sucesso — mérito de quem realmente acreditou no esporte local, das equipes participantes, dos organizadores e da comunidade que apoiou de forma voluntária. No entanto, causa revolta entre desportistas e moradores o fato de o prefeito e a Prefeitura de Eunápolis tentarem agora se promover em cima de um evento que em nenhum momento recebeu suporte do poder público municipal. Durante toda a competição, a ausência da gestão foi sentida: nenhum incentivo, estrutura ou investimento foi disponibilizado. Os custos foram cobertos por parceiros, comerciantes e pessoas comprometidas com o desenvolvimento do futebol amador da cidade. Agora, com o sucesso consolidado e a repercussão positiva da Copa Condesc, o prefeito tenta “colher os frutos” de algo que não plantou — fazendo festa com o chapéu dos outros, como dizem os próprios organizadores. Enquanto o esporte local luta para sobreviver com o apoio da comunidade, a gestão municipal segue distante das verdadeiras necessidades da população, priorizando aparições públicas e autopromoção em vez de políticas esportivas concretas. A comunidade esportiva de Eunápolis, por sua vez, segue firme — provando que o amor pelo esporte fala mais alto que a omissão do poder público.