Se fosse em 2022, Bolsonaro teria sido preso, diz Nikolas

O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) publicou em suas redes sociais sua reação ao desfile que homenageou o presidente Lula (PT), na Sapucaí, na noite deste domingo (15). O parlamentar destaca que, se fosse o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sendo homenageado, o mesmo seria responsabilizado por crimes eleitorais. A oposição e o filho Flávio Bolsonaro (PL) estão criticando a ação do desfile em prol de Lula (PT). “Se esse desfile fosse em 2022: Bolsonaro estaria preso, busca e apreensão no PL, apreensão no barracão da escola, apreensão dos carros alegóricos e o inegibilidade vitalícia”, disse o deputado mineiro no X (antigo Twitter). A oposição tenteou barrar o desfile na semana passada, no Tribunal Superior eleitoral (TSE), mas sem êxito. Além de ver na Sapucaí atos de propaganda eleitoral antecipada, os críticos reclamam porque a Acadêmicos de Niterói, como as demais escolas de samba, é beneficiada por dinheiro público.

Homenagem a Lula na Sapucaí termina em vaias pesadas em camarote

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) causou reações no Sambódromo da Marquês de Sapucaí, no Rio de Janeiro, durante o primeiro dia do desfile das escolas de samba do carnaval fluminense. No Setor 1, tradicionalmente mais popular, foliões se levantaram para saudar a escola e entoaram em coro “Olé, olé, olá, Lula, Lula”, sem registro de vaias. O clima foi de apoio durante a passagem da escola de samba Acadêmicos de Niterói, que apresentou o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”, que destacou a trajetória de Lula. Já em camarotes, o cenário foi diferente. Em um espaço patrocinado por uma cervejaria, parte dos presentes reagiu com vaias e gestos de desaprovação enquanto a escola cantava o refrão em homenagem ao presidente. Um grupo menor demonstrou apoio, repetindo o gesto conhecido como “fazer o L”. Apesar de ser o grande homenageado da noite, Lula não subiu no carro alegórico. Ele acompanhou a apresentação em um camarote, ao lado do prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (PSD).         Fonte Bocão News

Idoso é absolvido após chicotear genro que agrediu esposa grávida na Bahia

Um julgamento comovente que aconteceu na Bahia tem ganhado as redes nos últimos dias: um idoso que confessou ter chicoteado o próprio genro, após descobrir uma agressão à sua filha grávida, foi absolvido por unanimidade pelo júri. O caso aconteceu em novembro do ano passado, na cidade baiana de Irecê, mas o vídeo da começou a circular com mais força a partir do último sábado (14), após ser compartilhado pela deputada federal Silvye Alves, de Goiás. De acordo com a Defensoria Pública do Estado da Bahia (DP-BA), o Lavrador, de prenome Luiz, morador da zona rural, respondia a uma acusação de tentativa de homicídio contra o genro, em um processo que já durava 10 anos. Por unanimidade, os jurados consideraram o réu inocente ao entenderem que ele agiu para proteger a filha, vítima de violência doméstica, um dia antes de ele dar um “corretivo” no agressor. Em depoimento à Justiça, o lavrador contou que, logo após o Natal de 2015, recebeu bem cedo uma ligação informando que o genro havia agredido sua filha durante a madrugada. Ao chegar à casa dela, soube da própria filha que o agressor também havia quebrado seu celular e que não era a primeira vez que praticava violência física. Ele então levou a filha e as netas para sua residência e chamou o genro para “olhar uns tomates” em uma roça. No local, amarrou o homem e o bateu com uma corda, na presença de outras pessoas, afirmando não ter tido intenção de matar, apenas “aplicar um corretivo”. O genro, que ficou com vários hematomas, registrou a denúncia na delegacia três dias depois. O caso foi denunciado como sequestro, cárcere privado e tentativa de homicídio. “Seu L.C.S foi injustamente denunciado por tentar proteger sua neta pequena e a filha que vivia aprisionada no ciclo da violência doméstica. Movido pela urgência do medo, pela dor e pelo instinto de pai e avô, ele fez o que muitos fariam diante do sofrimento de quem se ama: tentou impedir que a violência continuasse”, destacou o defensor público Felipe Ferreira, que fez a defesa no júri e é titular na área penal em Irecê. Segundo o defensor, a sessão foi marcada por forte emoção, pois o réu, visivelmente abalado, chorou diversas vezes diante da possibilidade de ser punido por ter agido para defender a própria família.         Fonte Bahia Noticias    

Flávio Bolsonaro anuncia ação no TSE contra PT após homenagem a Lula na Sapucaí

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), pré-candidato à Presidência da República, afirmou que vai protocolar uma ação no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) contra supostos crimes cometidos pelo Partido dos Trabalhadores na Marquês de Sapucaí. A declaração vem após a homenagem feita pela escola Acadêmicos de Niterói ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, em desfile na noite de domingo, 15, no Rio. “Nossa ação contra os crimes do PT na Sapucaí, com dinheiro público, será protocolada rapidamente no TSE! Além dos ataques pessoais a Bolsonaro, eles atacaram o maior projeto de Deus na Terra: a FAMÍLIA!”, escreveu Flávio, em publicação na rede social X. Como mostrou o Estadão, a homenagem a Lula também se transformou em uma sátira a adversários. Na comissão de frente, ao exibir os momentos de trocas de faixa, o ex-presidente Michel Temer (MDB) aparece arrancando a faixa da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), de quem foi vice. Já Jair Bolsonaro (PL) é representado por um ator caracterizado como o palhaço Bozo e, posteriormente, surge preso entre as grades. Na noite deste domingo, Flávio Bolsonaro já havia feito críticas ao presidente Lula, afirmando que ele “esfola o povo com aumento de impostos e usa esse mesmo dinheiro arrecadado para fazer campanha antecipada para ele mesmo”. Outros integrantes da oposição adotaram discurso semelhante. O Partido Novo disse que pretende acionar a Justiça Eleitoral para pedir a inelegibilidade do presidente em razão do desfile.

Polícia Federal faz megaoperação contra desvio de R$ 30 milhões do Programa Farmácia Popular no governo Lula

Polícia Federal faz Megaoperação contra desvio de R$ 30 milhões do Programa Farmácia Popular no governo Lula A Receita Federal participa nesta terça-feira (10), da Operação “OTC – Over The Counter”, realizada em conjunto com a Polícia Federal (PF) e a Controladoria-Geral da União (CGU), para apurar o desvio de aproximadamente R$ 30 milhões em recursos do Programa Farmácia Popular do Brasil. Criado em 2004 pelo Governo Federal, o Farmácia Popular complementa a oferta de medicamentos na Atenção Primária à Saúde por meio de parcerias com farmácias privadas. O modelo prevê ressarcimento por parte da União após a confirmação das vendas registradas no sistema oficial. As investigações começaram depois que uma cidadã comunicou o uso indevido de seu CPF em uma venda de medicamento vinculada ao programa. A transação teria sido registrada sem seu conhecimento ou consentimento por um estabelecimento localizado no Mato Grosso do Sul. A partir da denúncia, os órgãos identificaram indícios da atuação de uma organização criminosa que estaria fraudando o sistema em escala nacional. De acordo com as apurações, o grupo adquiria CNPJs de farmácias já credenciadas no Farmácia Popular e transferia a titularidade para interpostas pessoas, conhecidas como “laranjas”. Em seguida, eram lançadas no sistema vendas fictícias de medicamentos, utilizando CPFs de terceiros sem autorização e sem que houvesse aquisição real dos produtos. Com os registros falsos, os envolvidos recebiam reembolsos indevidos do governo federal, o que teria gerado prejuízo direto aos cofres públicos e comprometido a execução da política pública.  

Homenagem a Lula teve evangélicos em lata de conserva

A escola de samba Acadêmicos de Niterói estreou neste domingo (15.fev.2026) no Grupo Especial do Carnaval do Rio de Janeiro. A agremiação homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) com o enredo “Do alto do mulungu surge a esperança: Lula, o operário do Brasil”. Durante o desfile, uma das alas da escola fez uma crítica ao grupo que, segundo a agremiação, “atua fortemente em oposição a Lula, votando contra a maioria das pautas defendidas por ele, como privatizações e o fim da escala de trabalho 6 X 1”. Essa ala foi chamada de “neoconservadores em conserva”. A fantasia era uma lata de conserva com o desenho de uma família formada por pai, mãe e duas crianças. A escola escolheu 4 representantes dos “grupos que levantam a bandeira do neoconservadorismo”: o agronegócio, uma mulher de classe alta, defensores da ditadura militar e evangélicos.

Moro debocha de desfile sobre Lula: “Faltou o sítio de Atibaia”

Nesse último domingo (15/02), logo após o desfile da Acadêmicos de Niterói no Carnaval do Rio de Janeiro, o senador Sergio Moro (União) utilizou as redes sociais para se pronunciar. O ex-juiz comentou o desfile da escola de samba, que homenageou o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No “X”, antigo “Twitter”, Moro provocou o chefe do Executivo ao fazer referência ao inquérito da Lava Jato: “Faltou o carro da Odebrecht e do Sítio de Atibaia no desfile do Lula.“, debochou o senador logo a princípio. Vale destacar que o processo que levou o petista à prisão, posteriormente anulado, apontava o sítio como suposto pagamento de propina ao presidente. Em seguida, ainda na publicação, Moro deu sua opinião sobre o desfile: “Foi um deprimente espetáculo de abuso do poder. Com enaltecimento de Lula, sem escândalos de corrupção, e com ataques aos adversários, tudo financiado pelo Governo.“, acusou por fim.

Quem te viu, e quem te ver, o PT defendendo banqueiros

“Todas as denúncias precisam ser investigadas, para o bem das instituições e da credibilidade do sistema financeiro brasileira. Mas não podemos ser favoráveis ao pré-julgamento e ao linchamento público de ninguém. Já vimos essa prática na Lava Jato, ela só enfraqueceu a democracia”, disse o presidente do PT. A referência à Lava Jato é comum em falas de petistas no contexto de investigações. A operação levou o hoje presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) à prisão em 2018 -depois, Lula obteve uma série de vitórias judiciais que o permitiram voltar a ser candidato. “Todos têm o direito aos princípios do contraditório e da ampla defesa, o contrário disso tem nome: é regime de exceção, autoritarismo. O PT não vai fazer coro com nenhum oportunismo autoritário”, declarou Edinho. O dirigente petista disse que o modelo de democracia representativa do Brasil está “carcomido” e defendeu uma reforma no Poder Judiciário. “Mas essa necessidade de mudança não pode ser confundida com nenhum movimento fascista organizado que busca enfraquecer instituições que sustentam o regime democrático”, declarou.  

Polícia Militar apreende cocaína, maconha e crack no bairro Arnaldão em Eunápolis

*PMBA apreende cocaína, maconha e crack no bairro Arnaldão em Eunápolis* Na tarde deste domingo (15), por volta das 17h, quando a guarnição realizava rondas pelo bairro Arnaldão, visualizou vários indivíduos no cruzamento da rua E com a avenida central, que ao perceberem a aproximação da viatura empreenderam fuga em várias direções. Durante acompanhamento, a equipe visualizou um indivíduo que tentou se esconder embaixo de uma pia, na área externa de uma residência, em posse de uma sacola branca contendo 49 pinos de cocaína, 150 gr de maconha, 09 pedras de crack, 01 rádio comunicador. O menor e o material foram apresentados na Delegacia de Eunápolis para providências cabíveis. ASCOM 28º BPM

Senado já acumula 55 pedidos de impeachment contra ministros do STF

Tramitam no Senado 55 pedidos de impeachment contra os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF). Alexandre de Moraes é o alvo do maior número de pedidos; 29, mas existem petições específicas contra Gilmar Mendes (9), Flávio Dino (8), Dias Toffoli (6), Cármen Lúcia (3), Cristiano Zanin (3) e Edson Fachin (2), além de petições conjuntas que incluem, por exemplo, o procurador-geral da República, Paulo Gonet. O novo pedido de impeachment contra Toffoli no caso Master não entra na conta. Apenas no ano passado o Senado recebeu 38 pedidos de impeachment contra membros do Supremo. É o maior volume da História. O primeiro pedido de impeachment contra ministros do STF de 2026 foi contra Dias Toffoli, antes de se afastar da relatoria do caso Master. Somadas as petições contra o ministro aposentado (antecipadamente) Luis Barroso, ex-presidente do STF, o total de pedidos chega a 60. O Senado é o único órgão capaz de analisar impeachment de ministros do STF, mas nunca um membro da Corte foi cassado.