CUIDADO: OPERAÇÃO RAPA TACHO

A Prefeitura afirma que o processo passou pelo crivo da Procuradoria Geral do Município e da Controladoria Interna, que atestaram a regularidade legal do procedimento

A Prefeitura afirma que o processo passou pelo crivo da Procuradoria Geral do Município e da Controladoria Interna, que atestaram a regularidade legal do procedimento :
No entanto, legalidade não substitui transparência, nem elimina o dever de prestar contas à população.

O questionamento central não é apenas se o contrato é legal, mas se ele atende ao interesse público, se resolve problemas reais da cidade e se será fiscalizado de forma rigorosa.

Silêncio sobre fiscalização e resultados:

O documento também não informa como será feita a fiscalização da execução, quais indicadores serão usados para medir resultados, nem quais penalidades serão aplicadas em caso de descumprimento. Em contratos dessa dimensão, a falta dessas informações amplia a desconfiança.

População cobra respostas urgentes:

Diante do contrato, ficam perguntas que ainda não foram respondidas:

Onde, exatamente, os quase R$ 19 milhões serão aplicados?

Quais bairros serão priorizados?

Quanto será realmente gasto?

Quem fiscalizará a execução?

Quando a população verá as obras saírem do papel?

Enquanto essas respostas não vêm, o contrato passa a ser visto como mais um símbolo de opacidade na gestão dos recursos públicos, em um município que enfrenta problemas básicos de infraestrutura.

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