Eunápolis: homem morre no hospital regional, relato é assustador, veja

Eunápolis: homem morre no hospital regional, relato é assustador, veja Um homem, identificado como Iraelton Teixeira, morreu nesta quarta-feira (19), após sofrer fortes coices e

Eunápolis: homem morre no hospital regional, relato é assustador, veja

Um homem, identificado como Iraelton Teixeira, morreu nesta quarta-feira (19), após sofrer fortes coices e chifradas de uma vaca enquanto estava no curral de uma fazenda, realizando a ordenha do animal. Após o acidente, ele foi socorrido e levado ao Hospital Regional, onde permaneceu internado por alguns dias. Segundo a família, porém, as providências necessárias para identificar a gravidade das lesões não teriam sido tomadas naquele primeiro momento. Após alguns dias na unidade, Iraelton recebeu alta médica e foi liberado para voltar para casa.

Mas, assim que chegou em casa, o estado de saúde de Iraelton piorou. Ele passou mal novamente e precisou ser levado às pressas de volta ao Hospital Regional. Conforme relatado pelos familiares, somente após o retorno os médicos teriam realizado uma investigação mais aprofundada e aberto o paciente para verificar a gravidade das lesões. Para a família, naquele momento, já era tarde demais, e Iraelton não resistiu.

A morte provocou revolta e deixou os familiares indignados com o atendimento recebido. A principal reclamação é de que os procedimentos e exames que, segundo eles, deveriam ter sido realizados desde o primeiro momento só aconteceram depois que Iraelton voltou ao hospital em estado agravado. A família questiona como um paciente que havia sofrido coices de uma vaca, permanecido dias internado e depois recebido alta poderia ter retornado para casa sem que uma possível lesão interna fosse devidamente investigada.

Agora, os familiares cobram respostas e querem entender o que aconteceu durante a primeira internação de Iraelton Teixeira. Quais exames foram realizados? Por que ele recebeu alta? As lesões provocadas pelos coices poderiam ter sido identificadas antes? E por que a abertura do paciente só teria ocorrido após seu retorno ao hospital? São questionamentos graves que precisam ser esclarecidos pelo Hospital Regional e pelos profissionais responsáveis pelo atendimento. A reportagem aguarda um posicionamento oficial sobre o caso.

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