Eunápolis Pede Socorro na Saúde: Postos serão Fechados e População Vive o Pior Cenário dos Últimos Anos

Eunápolis Pede Socorro na Saúde: Postos Serão Fechados e População Vive o Pior Cenário dos Últimos Anos Eunápolis amanheceu com uma notícia que caiu como

Eunápolis Pede Socorro na Saúde: Postos Serão Fechados e População Vive o Pior Cenário dos Últimos Anos

Eunápolis amanheceu com uma notícia que caiu como bomba no colo da população: todos os postos de saúde da zona urbana e zona rural rural, receberam comunicado de fechamento. Se a situação já era precária, agora beira o colapso total. O que era ruim, tornou-se desesperador.

A pergunta que ecoa nas ruas, nos bairros e comunidades rurais é simples e assustadora:
O Hospital Regional vai dar conta?

A resposta todos já sabem — não deu conta nem quando os postos estavam funcionando, imagine agora, sem Atenção Básica, sem atendimento primário e com a população inteiramente empurrada para a emergência.

Caos anunciado: falta medicamento, falta atendimento, falta gestão

A verdade que muitos tentam esconder é dura:
nos postos de saúde falta remédio, falta estrutura, falta pessoal e falta respeito com o povo. Agora, falta até o próprio posto.

Não é “crise momentânea”. É abandono prolongado.

A gestão, que deveria responsabilizar-se pela saúde pública, parece viver uma realidade paralela, patinando na neve em pleno Natal, enquanto a população sofre, adoece e implora por atendimento digno.

Fechamento dos postos: medida irresponsável

Fechar unidades urbanas já é uma decisão absurda — mas fechar postos da zona rural é desumano.
Idosos, crianças e trabalhadores que dependem exclusivamente do SUS agora terão que viajar longas distâncias, gastar o que não têm e enfrentar filas intermináveis no Regional.

Isso não é planejamento.
Isso não é cuidado.
Isso não é gestão.
Isso é negligência.

Hospital Regional: sobrecarregado, sucateado e agora responsável por tudo

Com o anúncio, o Hospital Regional passa a ser o único ponto de referência. Quem conhece a realidade sabe:

falta médicos;

falta leitos;

falta medicamentos;

faltam profissionais suficientes;

e sobra sofrimento.

Se antes já era o caos, agora é o caos multiplicado.

Uma Eunápolis abandonada na saúde

A população não precisa de discursos prontos, de propaganda maquiada ou de inaugurações simbólicas para fotos.
Precisa de atendimento. Precisa de remédio. Precisa de respeito.

Enquanto a cidade clama por socorro, a gestão insiste em empurrar a situação com a barriga, “fazendo de conta” que tudo está sob controle.

Mas o povo está atento.
O povo sente na pele.
E Eunápolis, infelizmente, está pagando o preço da má gestão.

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