Funcionários do Hospital Regional de Eunápolis cobram pagamento de rescisões trabalhistas da empresa IDES
Funcionários que atuam no Hospital Regional de Eunápolis voltaram a cobrar o pagamento das verbas rescisórias que, segundo eles, permanecem em aberto após o encerramento dos contratos com o Instituto de Desenvolvimento da Educação e Saúde (IDES), organização que administrou a unidade hospitalar por meio de contrato com a Prefeitura.
O contrato do IDES teve vigência entre setembro de 2025 e março de 2026.
De acordo com relatos dos trabalhadores, muitos aguardam há semanas pela quitação de direitos trabalhistas, como saldo de salário, férias proporcionais, 13º salário proporcional e demais verbas previstas na legislação.
A situação tem gerado preocupação entre os profissionais, que afirmam enfrentar dificuldades financeiras enquanto aguardam uma solução.
Os ex-colaboradores pedem um posicionamento oficial da empresa responsável pelas contratações e também cobram esclarecimentos sobre quando os pagamentos serão efetuados.
Para eles, o cumprimento das obrigações trabalhistas é essencial para garantir os direitos de quem prestou serviços à unidade de saúde.
O caso reacende o debate sobre a responsabilidade das empresas que administram serviços públicos de saúde e sobre a necessidade de uma transição organizada entre gestões, evitando prejuízos aos trabalhadores e à continuidade dos serviços prestados à população.
A reportagem permanece aberta para manifestação do IDES e da Prefeitura de Eunápolis. Caso haja posicionamento das partes envolvidas, o conteúdo será atualizado para garantir o direito ao contraditório.


