A sessão desta quinta-feira (11) na Assembleia Legislativa do Amazonas (MA) marcou um passo importante na valorização das lideranças religiosas do estado. Os parlamentares aprovaram o projeto do deputado estadual João Luiz (Republicanos) que atualiza a Lei nº 3.918/2013 e amplia oficialmente a celebração para incluir também o “Dia da Pastora Evangélica”, ao lado do já tradicional “Dia do Pastor Evangélico”. A proposta segue agora para sanção do governador.
Com a atualização, a lei ganha nova ementa e passa a reconhecer formalmente o trabalho tanto de pastores quanto de pastoras. A data será celebrada anualmente no segundo domingo de junho, reforçando o propósito de valorizar o papel espiritual, social e comunitário dessas lideranças em diferentes regiões do Amazonas.
A reformulação também organiza a forma como as comemorações poderão ocorrer no âmbito estadual. O Artigo 2º-A prevê eventos religiosos, culturais, educacionais e sociais destinados a exaltar o ministério pastoral e fortalecer a unidade da fé nas comunidades evangélicas. Em complemento, o Artigo 2º-B autoriza o Poder Executivo a estabelecer parcerias com entidades representativas do segmento para apoiar as ações festivas.
O texto aprovado ainda inclui o Artigo 2º-C, que permite que a Assembleia Legislativa realize sessão especial dedicada à data, e o Artigo 2º-D, que atribui ao Governo do Amazonas a regulamentação da lei para assegurar sua aplicação prática.
A aprovação repercutiu rapidamente nas redes sociais. Em publicação nesta sexta-feira (12/12), João Luiz celebrou o resultado e destacou a necessidade de reconhecer “cada homem e mulher de Deus” pelo serviço prestado às comunidades. Segundo ele, o plenário Rui Araújo aprovou “um dia estadual em homenagem a todos os pastores do estado do Amazonas”, lembrando que a proposta foi encaminhada por seu mandato.
O deputado reforçou ainda que a nova legislação possibilita ações de valorização “aos pastores que vêm trabalhando de forma a ajudar as pessoas tanto espiritualmente quanto socialmente”. João Luiz também destacou a importância histórica da atuação das igrejas no estado e acrescentou que o reconhecimento se estende a “pastores, pastoras, missionários, missionárias, bispos, bispas”, todos citados como agentes na transformação de vidas ao longo dos anos.
Fonte Comunhão


