Missionários 60+ provam que o chamado de Deus não tem prazo de validade

Na obra missionária, a aposentadoria é apenas uma mudança de ritmo, nunca o fim do chamado. Cada vez mais, homens e mulheres a partir dos

Na obra missionária, a aposentadoria é apenas uma mudança de ritmo, nunca o fim do chamado. Cada vez mais, homens e mulheres a partir dos 60 anos seguem engajados em projetos evangelísticos no Brasil e no exterior, provando que a missão não tem prazo de validade.

Se, por um lado, a maturidade oferece ao ministério cristão uma bagagem de experiências e sabedoria inestimável, por outro, traz desafios que precisam ser enfrentados com fé e com atenção à saúde física e emocional.

Neste dia 1º de outubro, celebra-se o Dia Nacional e Internacional da Pessoa Idosa, a data foi instituída pela Organização das Nações Unidas (ONU) e oficializada no Brasil pela Lei nº 11.433/2006, em referência à promulgação do Estatuto da Pessoa Idosa (Lei nº 10.741/2003).

Para 2025, o tema escolhido pela ONU ressalta o protagonismo da terceira idade: “As Pessoas Idosas Impulsionam Ações Locais e Globais: as Nossas Aspirações, o Nosso Bem-Estar e os Nossos Direitos”.

Para comemorar a data, Comunhão destaca a trajetória de missionários que seguem atuando com vigor na expansão do Reino de Deus, mesmo após décadas de serviço. Confira:

Há 24 anos dedicada à obra missionária, Marcy Elaine Cremona Vasvary, 65 anos, vive na Escócia há mais de duas décadas, onde atua em diferentes frentes de evangelização, além de liderar, ao lado do marido, uma comunidade de judeus messiânicos. Ele, que é judeu convertido ao cristianismo, é a base necessária para a existência oficial da congregação.

 

 

Fonte: Comunhão

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