A Polícia Federal (PF) informou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que encontrou menções suspeitas relacionadas ao filho do presidente Lula (PT), Fábio Luís, o “Lulinha”, em três diferentes conjuntos de informações ligadas às fraudes e descontos indevidos de aposentados e pensionistas do INSS (Instituto Nacional do Seguro Social).
A PF investiga o suposto conluio de Lulinha com Antônio Carlos Camilo Antunes, o “Careca do INSS”, e sua atuação como sócio oculto em negócios relacionados ao governo federal.
O advogado Marco Aurélio de Carvalho, da defesa de Lulinha, afirmou que as acusações são “ilações” e que o filho do presidente nunca teve relação com o INSS. A defesa de Antônio Carlos Camilo não se manifestou a respeito do caso, pois ainda não teve acesso à íntegra da nova investigação.
A PF enviou os autos ao ministro André Mendonça, relator do caso na Suprema Corte, nos quais ressaltam a participação do filho do presidente em conversas, mas até agora nada foi encontrado como prova direta de sua participação na organização criminosa.


