A possibilidade de novas cobranças tem gerado insatisfação entre moradores da zona rural. Para muitos, o sentimento é de injustiça. “O campo só é lembrado na hora de cobrar. Quando precisamos de estrada, saúde ou assistência, não somos prioridade”, relatam produtores rurais.
Os projetos tramitam na Câmara Municipal e podem ser votados em sessões extraordinárias. Vereadores são pressionados por lideranças comunitárias e moradores a analisarem com cautela o impacto social das medidas antes de qualquer aprovação.
Enquanto a cidade se prepara para as festas de fim de ano, o que deveria ser um período de esperança se transforma, para a população rural, em um “presente de Natal amargo”, marcado pela perspectiva de mais impostos e menos retorno em serviços públicos.