Processo Seletivo da Educação em Eunápolis Gera Repúdio e Revolta entre Profissionais.
O processo seletivo da Educação do município de Eunápolis tem provocado forte reação entre profissionais da área, que denunciam medidas consideradas arbitrárias, desrespeitosas e prejudiciais à valorização do magistério.
As críticas recaem diretamente sobre a condução da gestão municipal, liderada pelo prefeito Robério Oliveira, apontada como responsável por decisões classificadas como inaceitáveis e humilhantes.
1ª Crítica: Corte da Regência de Classe e Desvalorização do Professor
Uma das principais denúncias é o corte da regência de classe, direito historicamente assegurado aos profissionais da educação.
A retirada desse benefício representa não apenas uma perda financeira significativa, mas também um ataque simbólico à valorização do trabalho docente.
Para os educadores, a medida ignora a complexidade da prática pedagógica e demonstra total falta de reconhecimento pelo esforço diário em sala de aula.
O corte é visto como um retrocesso grave, que enfraquece a motivação dos profissionais e pode comprometer diretamente a qualidade do ensino ofertado à população.
2ª Crítica: Burocracia Excessiva e Processo Excludente
Outro ponto duramente criticado é a excessiva burocracia no processo de inscrição, marcada por exigências desproporcionais, prazos confusos e falhas técnicas.
Segundo os candidatos, o modelo adotado dificulta a participação, gera insegurança e levanta suspeitas sobre a real intenção do processo.
Educadores afirmam que as regras impostas ferem princípios básicos da administração pública, como legalidade, transparência, igualdade de oportunidades e impessoalidade, transformando o processo seletivo em um mecanismo excludente, distante do interesse público.
Clamor por Respeito e Mudança de Postura
Diante do cenário, profissionais da educação afirmam que o prefeito Robério Oliveira tem ultrapassado limites aceitáveis na condução da política educacional do município.
As decisões são classificadas como autoritárias, sem diálogo com a categoria e marcadas por profundo desrespeito.
A classe exige:
Revisão imediata do corte da regência de classe;
Simplificação e clareza no processo seletivo;
Transparência nos critérios adotados;
Respeito aos profissionais e à legislação vigente.
Os educadores reforçam que permanecerão mobilizados e atentos, buscando meios legais e institucionais para garantir seus direitos e defender a educação pública de Eunápolis.
Educação não é favor. É direito. E professor merece respeito.


