O governo Lula (PT) entrou em pânico com a quase convocação de Edson Claro, ex-funcionário de Antônio Camilo Antunes, o Careca do INSS.
Foi Edson quem contou à Polícia Federal que Careca pagava propina em dinheiro vivo, para roubar aposentados, e decidiu “contar tudo” após ser ameaçado de morte pelo ex-patrão. Isso ligou o alerta.
O deputado Rogério Correia (PT-MG) protagonizou situação bizarra: desistiu 17 dias depois do próprio pedido para convocar a testemunha.


