A situação do CAPS de Eunápolis segue se agravando e atinge de forma ainda mais sensível os pacientes.
A mãe Maria Helena denuncia que seus dois filhos, de 7 e 10 anos, com transtorno do espectro autista e usuários do serviço, estão sem acesso aos medicamentos devido à falta de fornecimento nas unidades de saúde mental do município.
Segundo o relato, diante da ausência dos remédios — que deveriam ser garantidos pelo poder público — ela tem sido obrigada a custear o tratamento na rede privada, mesmo sem condições financeiras.
O caso escancara fragilidades da gestão municipal na área da saúde mental e levanta sérios questionamentos sobre a prioridade dada ao cuidado da população que depende exclusivamente do SUS para ter acesso a um tratamento contínuo, digno e eficaz.


