“Crente que se alimenta de site de fofoca tem que se converter”, diz Bruna Karla

A cantora Bruna Karla se pronunciou nesta terça-feira (18) após rumores sobre uma suposta crise em seu casamento circularem em páginas e sites de entretenimento. Em um vídeo publicado nas redes sociais, a artista negou o boato, afirmou que segue casada e fez um alerta aos seguidores sobre a repercussão de informações falsas. “Crente que se alimenta de site de fofoca tem que se converter”, declarou. Bruna explicou que decidiu falar sobre o assunto principalmente pela preocupação de pessoas próximas e de seguidores que acompanham sua família. Segundo a cantora, notícias falsas ganham alcance rapidamente e acabam chegando também a quem acredita no conteúdo publicado. “Hoje as fake news tomam uma proporção muito rápido. As pessoas falam o que quiserem, inventam o que quiserem e muitas pessoas que nos amam ficam preocupadas. Eu tô vindo aqui para te alertar contra fake news”, afirmou. Ao comentar os rumores sobre sua vida pessoal, a cantora disse que está casada há quase 20 anos e que a possibilidade de separação nunca fez parte da relação. Bruna também afirmou que ela e o marido são amigos, parceiros e compartilham a vida familiar e ministerial. “Eu tenho quase 20 anos de casada e nunca a palavra separação entrou na minha casa. Nós somos melhores amigos um do outro, parceiros. Nosso ministério é junto, nossa casa, nossa família. Quem conhece a gente de perto sabe que é de verdade”, disse. Cantora alerta seguidores sobre notícias falsas: Ao longo do vídeo, Bruna Karla concentrou boa parte de sua fala na forma como informações sobre a vida de pessoas públicas são consumidas e compartilhadas. A cantora pediu que seus seguidores tenham cuidado com aquilo que leem e com as fontes que acompanham na internet. “Se alimente de coisas verdadeiras, de sites verdadeiros, da Palavra de Deus, principalmente, para você não cair em armadilha”, aconselhou. Em outro momento, reforçou o pedido. “Então, cuidado com o que você ouve, com o que você lê.” Bruna também criticou páginas que publicam informações sem compromisso com a veracidade. A artista diferenciou esse tipo de conteúdo do trabalho jornalístico baseado em apuração. “O jornalista que divulga a verdade e que traz a informação verdadeira, isso sim é digno”, afirmou. A cantora disse ainda que decidiu não permanecer em silêncio diante de informações falsas envolvendo sua família. “Eu tomei uma decisão. A partir de hoje, eu não vou mais ficar levando desaforo, ficar guardando e não me posicionar”, declarou. Na publicação, Bruna também direcionou uma advertência a cantores, pregadores e empresários cristãos que mantêm acordos ou divulgam seus trabalhos em páginas que, segundo ela, propagam notícias falsas. “Deus não precisa disso pra te fazer crescer e avançar. Vigia”, escreveu. Ao encerrar o assunto sobre o casamento, a artista voltou a negar os rumores e afirmou que estava em casa com o marido enquanto as especulações circulavam. “Pra tristeza de muitos, tá tudo bem como sempre esteve”, disse. Bruna Karla ainda contou que o casal prepara uma novidade voltada a solteiros e noivos, projeto que, segundo ela, nasceu de um desejo dos dois e deverá ser lançado em breve.       Fonte Comunhão

Prefeito Jânio Natal vistoria obras de ampliação e melhorias no semianel viário

*Prefeito Jânio Natal vistoria obras de ampliação e melhorias no semianel viário* O prefeito de Porto Seguro, Jânio Natal, visitou, nesta quarta-feira, 19, o semianel viário para acompanhar de perto o andamento das obras e serviços de ampliação e melhoria da via. A visita foi realizada ao lado do vice-prefeito Paulinho Toa Toa, do secretário de Obras, Júnior Mello, do secretário de Serviços Públicos, Luciano Alves, e das equipes que atuam no local. Os trabalhos incluem o alargamento do acostamento, limpeza e preparação da área, além da implantação de rede de iluminação e instalação de lâmpadas de LED. As intervenções ampliam a infraestrutura do trecho e contribuem para melhorar a visibilidade e a segurança de motoristas, motociclistas e pedestres. Mesmo sendo uma via de responsabilidade do Governo do Estado, a Prefeitura assumiu os serviços diante da inoperância estadual, construindo uma ciclovia, redutores de velocidade, pontos de ônibus, sinalização e iluminação no local. “Esse trecho se transformou em uma via da morte, onde muitas vidas foram perdidas. Não pudemos esperar mais e estamos trabalhando para garantir segurança e condições adequadas de tráfego”, afirmou o prefeito Jânio. Durante a visita, o prefeito acompanhou a execução dos serviços e destacou a importância da integração entre as secretarias para garantir o avanço das melhorias. As equipes de Obras e Serviços Públicos seguem atuando conjuntamente no local, dando continuidade às intervenções.

Máquinas pesadas realizam serviços de patrolamento no bairro Miraporto e em estradas vicinais do Literal Sul

*Máquinas pesadas realizam serviços de patrolamento no bairro Miraporto e em estradas vicinais do Litoral Sul* As máquinas pesadas estão em ação nesta quarta-feira, 19, em diferentes pontos de Porto Seguro, levando serviços de patrolamento para melhorar as condições das vias. No bairro Miraporto, as equipes estão trabalhando nas ruas Carambolas e Hélio Batista da Silva, com intervenções voltadas à recuperação do piso e à melhoria da circulação de moradores e motoristas. No Litoral Sul, o serviço também está sendo realizado em importantes acessos da região, com patrolamento na estrada que liga ao Club Med e no trecho entre o distrito de Itaporanga e Toco Azul. As intervenções contribuem para melhorar as condições de tráfego e facilitar o deslocamento. A atuação das máquinas faz parte do trabalho permanente de manutenção das vias do município, levando serviços para diferentes bairros, distritos e localidades de Porto Seguro e garantindo melhores condições de mobilidade.

Denúncia: falta de medicamentos impede atendimento de criança em posto de saúde de Eunápolis

Denúncia: falta de medicamentos impede atendimento de criança em posto de saúde de Eunápolis Uma denúncia encaminhada à reportagem aponta para mais um problema envolvendo a saúde pública de Eunápolis. Segundo o relato de um morador do bairro Juca Rosa, uma senhora teria procurado o posto de saúde do bairro Rosa Neto por três vezes para levar a criança para ser medicada, mas, conforme a denúncia, não conseguiu atendimento por falta de medicamentos na unidade. O morador, que é proprietário de um estabelecimento comercial, afirma ter recebido o relato da mãe e demonstrou indignação com a situação. Para ele, é inadmissível que uma cidade com a arrecadação de Eunápolis ainda enfrente dificuldades para garantir o básico à população. A denúncia levanta novamente questionamentos sobre a estrutura oferecida pela rede municipal de saúde. Ainda segundo o denunciante, enquanto faltariam medicamentos e recursos básicos nos postos de saúde, a administração municipal estaria destinando milhões de reais para festas e eventos. Para ele, existe um contraste que precisa ser discutido: de um lado, gastos elevados com grandes eventos; do outro, famílias que procuram atendimento e, segundo a denúncia, não encontram sequer medicamentos para uma criança. O morador também cobra uma postura mais firme da Câmara de Vereadores na fiscalização da gestão municipal. A crítica ocorre justamente nesta quinta-feira, 20 de agosto, quando, segundo informações repassadas à reportagem, não houve sessão na Câmara Municipal por falta de quórum. Para o denunciante, a ausência de vereadores em uma sessão reforça a sensação de que a população estaria sem a devida representação e cobrança diante dos problemas enfrentados no município. O denunciante ainda faz um apelo para que os eleitores avaliem com atenção os políticos escolhidos nas urnas e cobrem resultados daqueles que ocupam cargos públicos. A reportagem reforça que as informações sobre a falta de medicamentos e o não atendimento da criança foram apresentadas por um morador e precisam ser oficialmente esclarecidas pela Prefeitura de Eunápolis e pela Secretaria Municipal de Saúde. A população espera respostas sobre a situação do posto de saúde do Rosa Neto, os medicamentos que estariam em falta e quais providências serão adotadas.

Lulinha, ‘Careca’, Marcola e lobista negociavam R$626 milhões do governo Lula

Era estimado em até R$ 626 milhões o negócio envolvendo Lulinha, filho de Lula (PT), a lobista Roberta Luchsoinger Antonio Camilo Antunes (o “Careca do INSS”) e Marco Aurélio Santana Ribeiro, o Marcola, então chefe do Gabinete Pessoal do presidente da República para a venda de medicamentos ao Ministério da Saúde com base no canabidiol, substância econtrada na planta da maconha. O plano de negócios, obtido pelo jornal O Globo e localizado nos celulares de Roberta e do “Careca do INSS”, previa o fornecimento de 1,2 milhão de frascos de 36 tipos de remédios. Os três são investigados pela Polícia Federal por suspeita de tráfico de influência. Com o escândalo envolvendo a participação do “Careca” no roubo bilionário a mais de 9 milhões de aposentados e pensionistas, o negócio do canabidional não chegou a ser concretizado. Em 30 de julho, a PF pediu ao STF autorização para investigar Lulinha por possíveis crimes de corrupção e tráfico de influência no Ministério da Saúde envolvendo negócios com cannabis medicinal. Segundo o inquérito, Roberta teria sido contratada pelo “Careca” para viabilizar a compra e contado com a intermediação de Lulinha. Mensagens de WhatsApp confirmam o envio da minuta a Marcola. O ex-chefe de gabinete reconheceu ter recebido o arquivo, classificou o ato como “inadequado” e afirmou que jamais deu andamento, negociou ou encaminhou qualquer termo da proposta no âmbito da administração pública. Antes do envio, o plano teria sido estruturado pela equipe do “Careca do INSS”, preso por envolvimento em esquema de desvios e descontos indevidos em aposentadorias. A proposta detalhava o fornecimento milionário de frascos e foi mencionada em depoimento de uma testemunha ligada à World Cannabis, empresa do lobista. Investigadores apreenderam versões de um “termo de referência” nos celulares dos investigados. A principal suspeita é de que o grupo pretendia entregar o documento pronto à pasta para influenciar e agilizar a compra. Áudios e mensagens mostram que Roberta e o “Careca” articulavam o negócio com base na dispensa de licitação, alegando um “cenário de emergência” com base na Nova Lei de Licitações. O lobista buscou fornecedores nos EUA e na Colômbia e afirmou que faria reuniões com técnicos do Ministério da Saúde. Em nota, o Ministério da Saúde esclareceu que a investida não teve resultado prático, que o canabidiol não está incorporado ao SUS e que a pasta nunca comprou, forneceu ou debateu a oferta do produto na rede pública. Especialistas em direito sanitário reforçam que a pasta não realiza aquisições espontâneas desses fármacos, pois eles não integram a lista padronizada do SUS — compras ocorrem apenas pontualmente por importação para cumprir decisões judiciais. As defesas do “Careca do INSS”, de Roberta Luchsinger e de Marcola foram procuradas pelo jornal, mas não se manifestaram até a publicação.       Fonte Diário do Poder

Pastor diz que evangélicos não podem comer acarajé: ‘Traz maldição para dentro de casa’; veja

Um vídeo que circula nas redes sociais tem causado polêmica após um pastor associar o acarajé ao candomblé. Segundo ele, a iguaria baiana não pode ser consumida por evangélicos, pois “traz maldição para dentro de casa”. O trecho polêmico foi gravado durante um podcast. Nele, o líder religioso diz que o acarajé seria uma iguaria “patenteada pelo candomblé” e sustenta que o consumo do alimento poderia estabelecer uma ligação espiritual considerada negativa para cristãos. “Se você fizer, você traz de maldição para dentro da tua casa. Sabe qual o problema das pessoas? Sabe por que elas comem? Porque elas não sabem da questão fisiológica que aquele alimento vai trazer. E, a nível espiritual, toda pessoa que come determinado tipo de alimento, ele se torna um só com aquele alimento”, declarou. A declaração dividiu opiniões entre os internautas. Enquanto alguns usuários concordaram com o posicionamento do pastor, outros questionaram e ironizaram a fala. “Se uma irmã fizer acarajé e vender, pode dar o dinheiro do acarajé para o dízimo ou é dinheiro amaldiçoado?”, questionou um. “Sou pastor e gosto do meu com uma pimentinha”, afirmou outro.       Fonte BNEWS  

Quando informação demais começa a fazer mal à saúde

Nunca tivemos tanto acesso à informação sobre saúde. Em poucos segundos, qualquer pessoa pode encontrar vídeos sobre colesterol, hormônios, alimentação, câncer, vitaminas, medicamentos e praticamente qualquer doença. No Dia Nacional da Saúde, nesta quarta-feira (5), o clínico geral Dr. Alfredo Salim Helito alerta: o problema das redes sociais não é apenas a mentira, mas a informação médica verdadeira usada fora de contexto. Seria razoável imaginar que uma sociedade mais informada se tornaria necessariamente mais saudável. O que vejo no consultório, porém, mostra que essa relação não é tão simples. Cada vez mais pacientes chegam não apenas com sintomas, mas com um diagnóstico pronto, uma lista de exames que desejam fazer e, algumas vezes, até com o tratamento escolhido. O médico passa parte da consulta explicando por que aquilo que pareceu tão convincente em um vídeo de 60 segundos não necessariamente se aplica àquela pessoa. Esse talvez seja um dos grandes desafios atuais da medicina: nunca tivemos tanta informação disponível e, ao mesmo tempo, tanta dificuldade para separar conhecimento de ruído. O problema não é apenas a fake news É relativamente fácil combater uma mentira evidente. Mais difícil é lidar com uma informação verdadeira transformada em regra universal. A creatina é um bom exemplo. É uma substância amplamente estudada, com benefícios bem estabelecidos em determinadas situações e um perfil de segurança conhecido quando utilizada adequadamente. Isso é muito diferente de concluir que todo mundo precisa tomar creatina. O mesmo acontece com vitaminas e suplementos. Uma deficiência de vitamina D deve ser corrigida. Isso não significa que doses elevadas sejam benéficas para qualquer pessoa. Ferro é essencial para quem apresenta deficiência, mas não deve ser usado indiscriminadamente. Nas redes sociais, porém, frequentemente desaparecem as palavras que são fundamentais para a medicina: “depende”, “em alguns pacientes”, “quando indicado”. E surgem recomendações ainda mais preocupantes.

Prefeita de Conceição do Jacuípe declara apoio a ACM Neto em articulação de Zé Ronaldo

A prefeita de Conceição do Jacuípe, Tânia Yoshida (PSD), declarou nesta quarta-feira (19) apoio ao candidato de oposição ao Governo da Bahia, ACM Neto (União Brasil). A adesão foi articulada pelo prefeito de Feira de Santana, Zé Ronaldo (União Brasil). O encontro entre a prefeita e Neto também contou com a presença de Zé Ronaldo e do deputado federal Elmar Nascimento (União Brasil). Não é a primeira vez que Tânia Yoshida se aproxima do ex-prefeito de Salvador. Em 2022, ela também declarou apoio a ACM Neto em julho, mas, no segundo turno, mudou de posição e passou a apoiar Jerônimo Rodrigues (PT).

Servidora pública desaparece no oeste do Bahia; ex-namorado é preso

Uma servidora pública está desaparecida há dois dias, em Santa Maria da Vitória, no oeste da Bahia. Édina Barbosa da Silva, de 41 anos, foi vista pela última vez na segunda-feira (17). Nesta quarta (19), a Polícia Civil prendeu o ex-companheiro dela, um homem de 43 anos, em São Félix, cidade vizinha. Os investigadores apuram a hipótese de feminicídio, com ocultação do corpo da vítima. Segundo informações obtidas pela PC com a família de Édina, ela desapareceu após ir até a casa do suspeito tentar receber o valor de uma compra que o homem havia feito no cartão de crédito dela. Depois disso, não foi mais vista. Imagens das câmeras de segurança mostram o momento em que Édina entrou na casa do homem. No entanto, não existem registros dela saindo da residência. A polícia foi ao local para fazer buscas. Lá, foram encontrados uma arma de fogo artesanal, dois simulacros de pistola, um celular, um veículo e outros objetos que são considerados para investigação. Em meio a isso, o suspeito permanece preso preventivamente na Delegacia Territorial de Santa Maria da Vitória, para possíveis averiguações e detalhamento do caso. De acordo com informações passadas pela família de Édina, ele passou mal na manhã desta quarta-feira (19) e foi encaminhado para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade, sob custódia.

Eunápolis: homem morre no hospital regional, relato é assustador, veja

Eunápolis: homem morre no hospital regional, relato é assustador, veja Um homem, identificado como Iraelton Teixeira, morreu nesta quarta-feira (19), após sofrer fortes coices e chifradas de uma vaca enquanto estava no curral de uma fazenda, realizando a ordenha do animal. Após o acidente, ele foi socorrido e levado ao Hospital Regional, onde permaneceu internado por alguns dias. Segundo a família, porém, as providências necessárias para identificar a gravidade das lesões não teriam sido tomadas naquele primeiro momento. Após alguns dias na unidade, Iraelton recebeu alta médica e foi liberado para voltar para casa. Mas, assim que chegou em casa, o estado de saúde de Iraelton piorou. Ele passou mal novamente e precisou ser levado às pressas de volta ao Hospital Regional. Conforme relatado pelos familiares, somente após o retorno os médicos teriam realizado uma investigação mais aprofundada e aberto o paciente para verificar a gravidade das lesões. Para a família, naquele momento, já era tarde demais, e Iraelton não resistiu. A morte provocou revolta e deixou os familiares indignados com o atendimento recebido. A principal reclamação é de que os procedimentos e exames que, segundo eles, deveriam ter sido realizados desde o primeiro momento só aconteceram depois que Iraelton voltou ao hospital em estado agravado. A família questiona como um paciente que havia sofrido coices de uma vaca, permanecido dias internado e depois recebido alta poderia ter retornado para casa sem que uma possível lesão interna fosse devidamente investigada. Agora, os familiares cobram respostas e querem entender o que aconteceu durante a primeira internação de Iraelton Teixeira. Quais exames foram realizados? Por que ele recebeu alta? As lesões provocadas pelos coices poderiam ter sido identificadas antes? E por que a abertura do paciente só teria ocorrido após seu retorno ao hospital? São questionamentos graves que precisam ser esclarecidos pelo Hospital Regional e pelos profissionais responsáveis pelo atendimento. A reportagem aguarda um posicionamento oficial sobre o caso.