Justiça nega pedido da gestão na Saúde e mantém suspenso chamamento público do Hospital Regional de Eunápolis

Justiça nega pedido da gestão da Saúde e mantém suspenso chamamento público do Hospital Regional de Eunápolis A Justiça da Bahia rejeitou o pedido de reconsideração apresentado pelo Município de Eunápolis e manteve a decisão liminar que suspendeu o Chamamento Público nº 001/2026, destinado à contratação da entidade responsável pela gestão do Hospital Geral de Eunápolis. A decisão foi proferida pelo juiz Roberto Costa de Freitas Júnior, da 1ª Vara da Fazenda Pública de Eunápolis, no âmbito do Mandado de Segurança impetrado pelo Instituto Bahiano de Assistência à Saúde, Pesquisa e Desenvolvimento Social (IBASP). O Município alegou que a mudança do local de recebimento das propostas havia sido amplamente divulgada por meio de veículos institucionais, imprensa regional e avisos afixados na antiga sede da Secretaria Municipal de Saúde. Também sustentou que os participantes poderiam encaminhar suas propostas por e-mail. No entanto, o magistrado entendeu que essas medidas não substituem a publicidade oficial exigida pela legislação. Segundo a decisão, a alteração do endereço para entrega presencial dos envelopes é um elemento essencial do edital e qualquer modificação deveria ter sido publicada formalmente pelos mesmos meios utilizados na divulgação original. O juiz destacou que a entrega presencial permanecia prevista no edital e que a Administração tinha o dever de garantir sua realização no local oficialmente indicado ou promover a retificação formal. A Prefeitura também argumentou que a suspensão do chamamento poderia comprometer a continuidade dos serviços do Hospital Geral de Eunápolis, já que o contrato emergencial vigente se encerra em 15 de junho de 2026. Entretanto, a Justiça entendeu que a necessidade de manter os serviços públicos não autoriza a validação de atos administrativos com possíveis irregularidades. Na decisão, o magistrado ressaltou que uma contratação de alta complexidade, com repasses mensais estimados em aproximadamente R$ 6 milhões, deve observar rigorosamente os princípios da legalidade, publicidade e isonomia, evitando futuros prejuízos ao erário. Ao final, o juiz rejeitou integralmente o pedido de reconsideração apresentado pelo Município, manteve os efeitos da liminar que suspendeu o certame e determinou que as autoridades comprovem, no prazo de cinco dias, a publicação oficial do aviso de retificação e da nova data para a sessão pública de recebimento das propostas presenciais e eletrônicas, além de determinar a intimação do Ministério Público para acompanhar o caso.

Dilema de junho: crente participa ou não da festa junina?

Junho chega vestido de bandeirinhas coloridas, cheiro de milho cozido, canjica fumegante e o som das quadrilhas espalhadas pelas cidades brasileiras. Para milhões de pessoas, é tempo de celebrar uma das manifestações culturais mais populares do país. Para muitos evangélicos, porém, a chegada das festas juninas também traz uma dúvida recorrente: afinal, crente pode participar desse tipo de celebração? A pergunta não é nova. Todos os anos ela reaparece em igrejas, grupos de jovens, famílias cristãs e redes sociais. A resposta, no entanto, passa por uma compreensão mais ampla da origem dessas celebrações, do significado que elas possuem atualmente e, sobretudo, da forma como cada cristão entende sua fé e seu testemunho diante da sociedade. As festas juninas têm raízes muito anteriores ao Brasil. Sua origem remonta a celebrações agrícolas realizadas na Europa durante o período do solstício de verão, quando comunidades comemoravam as colheitas e a fertilidade da terra. Com o avanço do cristianismo, essas festividades foram incorporadas ao calendário religioso e associadas a três santos da tradição católica: Santo Antônio, celebrado em 13 de junho; São João Batista, em 24 de junho; e São Pedro, em 29 de junho. A tradição chegou ao território brasileiro pelas mãos dos portugueses durante o período colonial e, ao longo dos séculos, ganhou características próprias. Elementos indígenas, africanos e sertanejos foram incorporados à festa, transformando-a em uma expressão cultural tipicamente brasileira. Hoje, a quadrilha, a fogueira, as bandeirinhas, o casamento caipira e as comidas à base de milho fazem parte do imaginário popular nacional. Os números mostram a força dessa tradição. Segundo dados recentes do Ministério do Turismo, cerca de 24 milhões de pessoas participam anualmente dos grandes festejos juninos espalhados pelo país. Em 2025, as celebrações movimentaram aproximadamente R$ 7,4 bilhões na economia, impulsionando setores como turismo, hotelaria, comércio, alimentação e entretenimento. Pesquisas apontam ainda que mais de 80% dos brasileiros participam de alguma atividade relacionada às festas de junho, seja em escolas, igrejas, associações comunitárias ou eventos públicos. Em algumas cidades, o impacto das festividades é tão expressivo que rivaliza com o Carnaval. Municípios como Campina Grande, na Paraíba, e Caruaru, em Pernambuco, disputam há décadas o título de maior São João do mundo, atraindo turistas de todas as regiões do país e movimentando milhares de empregos temporários. Mas é justamente a ligação histórica das festas com a devoção aos santos católicos que gera questionamentos entre muitos evangélicos. Para o pastor Jorge Linhares, líder da Igreja Batista Getsêmani de Belo Horizonte e presidente do Conselho de Pastores do Estado de Minas Gerais, o cristão precisa distinguir claramente o aspecto cultural do aspecto religioso da celebração. Segundo ele, existem festas que glorificam a Deus e outras que estão ligadas à religiosidade popular sem relação direta com o cristianismo bíblico. Nesse contexto, Linhares questiona qual seria o propósito de um evangélico participar de uma festa dedicada a santos que não fazem parte de sua prática de fé. Ao mesmo tempo, o pastor ressalta que a Bíblia apresenta inúmeros exemplos de celebrações, encontros e momentos festivos promovidos pelo próprio povo de Deus. Na avaliação de Linhares, o problema não está na alegria, na confraternização ou mesmo na culinária típica do período. O ponto central é a motivação da festa. Por isso, muitas igrejas têm criado alternativas próprias durante o mês de junho, promovendo eventos familiares com nomes como Festa da Comunhão, Festa de Junho, Festa Country, Festa do Milho ou Festa Jesuína, preservando o caráter de confraternização sem associar a celebração à veneração de santos. Essa adaptação tem se tornado cada vez mais comum entre comunidades evangélicas em todo o país. Nesses encontros, os participantes desfrutam de comidas típicas, brincadeiras, apresentações musicais e momentos de convivência, mas substituem elementos considerados incompatíveis com sua confissão de fé por atividades voltadas à comunhão cristã. A doutora em Antropologia Social Lidice Meyer Pinto Ribeiro observa que essas versões evangélicas das festas juninas refletem um fenômeno cultural interessante. Segundo ela, trata-se de um processo de ressignificação, no qual determinados elementos culturais são mantidos enquanto aspectos religiosos específicos são deixados de lado. Para a pesquisadora, a questão não está necessariamente em participar de um arraial ou consumir os alimentos típicos da época. O desafio está em avaliar a própria consciência e o impacto que determinadas escolhas podem gerar sobre outras pessoas. Ela lembra que muitos cristãos interpretam a participação nessas festas de maneiras diferentes e, por isso, a orientação da igreja local e o princípio do amor ao próximo devem ser considerados antes de qualquer decisão. Essa perspectiva encontra eco na reflexão do pastor Pedro Nóia, da Comunidade Batista Cristã, em Vila Velha, Espírito Santo. Segundo ele, diferentes igrejas possuem compreensões distintas sobre festas populares e manifestações culturais. Por isso, não existe uma regra única capaz de abranger toda a diversidade do meio evangélico brasileiro. Como aproveitar o mês de junho sem contrariar a fé cristã • Valorizar os aspectos culturais e familiares da festividade, evitando práticas que contrariem a própria fé; • Participar de eventos promovidos pela igreja ou por grupos cristãos que priorizem a comunhão e o lazer saudável; • Aproveitar a culinária típica, reconhecendo que alimentos e costumes regionais fazem parte da riqueza cultural brasileira; • Evitar excessos, comportamentos inadequados e situações que possam comprometer o testemunho cristão; • Respeitar a orientação da igreja local e dialogar com seus líderes quando houver dúvidas; • Ensinar crianças e adolescentes a compreenderem a diferença entre cultura e devoção religiosa; • Agir com amor e respeito diante de irmãos que possuam entendimentos diferentes sobre o tema; • Lembrar que a comunhão, a alegria e a gratidão são valores bíblicos que podem ser celebrados em qualquer época do ano.       Fonte Comunhão: Por Cristiano Stefenoni

Avião com ACM Neto perde altitude após despressurização durante voo para Livramento de Nossa Senhora

A aeronave que transportava o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo da Bahia ACM Neto (União Brasil) sofreu uma despressurização e perdeu altitude durante um voo com destino a Livramento de Nossa Senhora, no sudoeste baiano, nesta segunda-feira (8). O incidente provocou momentos de tensão entre os ocupantes da aeronave, que precisou perder altitude rapidamente após o problema. No avião também estavam os pré-candidatos ao Senado Angelo Coronel (Republicanos) e João Roma (PL), sua esposa, a deputada federal Roberta Roma (PL) e o deputado estadual Nelson Leal (PP) – que é um dos coordenadores da majoritária. Apesar do susto generalizado, até do próprio piloto, o grupo conseguiu pousar com segurança. Não há registro de feridos.

Polícia deflagra operação contra grupo de PM e ex-PM envolvidos em esquema extorsão mediante sequestro; veja os envolvidos

A Polícia Civil da Bahia prendeu, nesta terça-feira (9), dois envolvidos em um esquema de extorsão mediante sequestro e outros crimes violentos na Região Metropolitana de Salvador. A Operação Juramento Quebrado visou o cumprimento de três mandados de prisão contra um policial militar da ativa, um ex-policial militar e uma mulher de 28 anos. Segundo informações obtidas pelo Bahia Notícias, o policial militar da ativa, que segue foragido, foi identificado como Michael Ramon Sinézio Filgueira, de 36 anos, lotado no 30° Batalhão de Polícia Militar da Bahia (BPM). O ex-policial, de 38 anos, foi identificado como Jackson Rodrigues, e a mulher, Tamiris Sousa Cruz, foram presos, respectivamente, em Petrolina, no estado de Pernambuco, e em Arembepe, no município de Camaçari. O Bahia Notícias entrou em contato com a Polícia Militar para obter mais detalhes sobre o vínculos dos policiais militares, mas não obteve retorno até o momento. ESQUEMA CRIMINOSO: As investigações conduzidas pela Delegacia Especializada Antissequestro (DAS), unidade vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), apontam que os suspeitos integravam uma organização criminosa voltada à prática de extorsão mediante sequestro e outros crimes violentos. De acordo com as investigações, o policial militar foragido exercia papel estratégico na estrutura criminosa, sendo responsável pelo recrutamento de policiais, ex-policiais e indivíduos que atuavam na segurança privada para integrar o grupo. As apurações indicam que a organização selecionava pessoas com antecedentes criminais para serem sequestradas e posteriormente submetidas à extorsão mediante pagamento de valores exigidos em troca da liberdade. O grupo também é investigado por homicídios e ocultação de cadáver, além de ser apontado pelas investigações como atuante na modalidade de milícia na região de Barra de Pojuca, no município de Camaçari. Entre os casos apurados está o de uma vítima abordada pelo grupo criminoso no bairro de Mussurunga, em Salvador, no dia 5 de março deste ano. Outro caso investigado ocorreu três dias antes, no município de Simões Filho. Conforme as apurações, após serem capturadas, as vítimas eram levadas para um mesmo cativeiro localizado em Barra de Pojuca, no município de Camaçari, local onde também foram cumpridas medidas judiciais nesta operação.       Fonte Bahia Noticias

Delação de Vorcaro destrói narrativa do PT sobre filme de Bolsonaro

A proposta de acordo de colaboração premiada do empresário Daniel Vorcaro, ex-controlador do Banco Master, trouxe esclarecimentos cruciais a respeito dos repasses financeiros destinados à produção do filme Dark Horse, obra cinematográfica voltada a retratar a trajetória política do ex-presidente Jair Bolsonaro. De acordo com os termos apresentados pela defesa do empresário à Procuradoria-Geral da República (PGR) e à Polícia Federal (PF), os investimentos direcionados à realização do longa-metragem ocorreram dentro da legalidade jurídica e comercial, sem que fossem constatadas contrapartidas institucionais, favores políticos ou desvios de finalidade. O foco dos esclarecimentos prestados por Vorcaro concentra-se no montante de cerca de R$60 milhões já repassados e comprovados para a execução do projeto cultural. Diante dos questionamentos levantados por órgãos de controle e pela cúpula da Polícia Federal (que chegou a aventar a abertura de novas frentes de apuração sobre o destino do capital no exterior), o empresário detalhou o fluxo das transações e assegurou que o aporte seguiu estritamente as diretrizes de fomento à atividade artística privada. A manifestação afasta as teses levantadas por opositores de que os recursos teriam sido desviados para o custeio de despesas pessoais de integrantes da família Bolsonaro ou para vantagens indevidas. As negociações em torno do financiamento, conduzidas inicialmente em tratativas que envolveram o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), constam detalhadamente nos anexos entregues às autoridades. Conforme os documentos técnicos e os comprovantes bancários anexados à proposta de delação, o teto projetado para o apoio financeiro integral era de R$134 milhões. A defesa do empresário sustenta que o ritmo dos repasses obedeceu ao cronograma de produção gerido pela Go UP, produtora responsável pela execução do filme. Paralelamente às discussões sobre a validação do acordo no âmbito do Supremo Tribunal Federal (STF), a narrativa consolidada nos depoimentos reforça a legitimidade do financiamento privado na indústria audiovisual independente, sobretudo em produções de viés biográfico e documental de lideranças conservadoras. Com a demonstração da origem lícita e da destinação direta dos valores para o desenvolvimento da obra, os argumentos de irregularidades perdem sustentação técnica, consolidando o projeto Dark Horse como uma iniciativa cultural de financiamento estritamente privado e regular. Fonte Diário do Poder

Prefeito Robério Oliveira promove a subsecretário da Fazenda ex-controlador denunciado pelo MPF na Operação Fraternos

*Robério Oliveira promove a subsecretário da Fazenda ex-controlador denunciado pelo MPF na Operação Fraternos* O prefeito de Eunápolis, José Robério Batista de Oliveira, promoveu o servidor Rilei Medeiros Ribeiro, que ocupava o cargo de Controlador-Geral do Município, para a função de subsecretário municipal da Fazenda. A mudança foi oficializada por meio dos Decretos nº 13.154 e nº 13.156, ambos de 15 de maio de 2026, publicados no Diário Oficial do Município. Inicialmente exonerado do cargo de Controlador-Geral, Rilei foi imediatamente nomeado para a nova função de subsecretário da Fazenda. A nomeação chama atenção porque Rilei Medeiros Ribeiro figura como réu em ação penal em trâmite na 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária da Bahia, oriunda da Operação Fraternos, deflagrada pela Polícia Federal e pelo Ministério Público Federal para apurar supostos esquemas de fraudes em licitações e desvio de recursos públicos. O processo tramita sob o nº 1000783-02.2022.4.01.3310 e teve origem em denúncia oferecida pelo MPF em 2020. Nas alegações finais apresentadas em outubro de 2025, o Ministério Público Federal sustentou que a materialidade e a autoria dos fatos encontram-se comprovadas e requereu a condenação dos acusados pelo crime de frustração ao caráter competitivo de licitação, previsto no art. 90 da antiga Lei nº 8.666/93. Segundo o MPF, Rilei Medeiros Ribeiro teria atuado, na condição de presidente da comissão permanente de licitação do Município de Porto Seguro, de forma consciente e deliberada para favorecer empresa previamente escolhida em procedimento licitatório realizado em 2017. O órgão ministerial afirma que mensagens extraídas de aparelhos celulares apreendidos durante as investigações revelariam a existência de comunicação entre integrantes do esquema e indicariam que o então presidente da comissão de licitação teria ignorado a ausência de documentos obrigatórios de uma empresa previamente escolhida para vencer o certame, frustrando a competitividade da concorrência pública nº 2/2017. O MPF sustenta que os diálogos demonstram atuação coordenada entre servidores e particulares para direcionar o procedimento licitatório em favor da empresa Hargan Produções Eireli, cujo contrato superou R$ 1,3 milhão. Nas razões finais, a Procuradoria da República concluiu que os elementos de prova produzidos ao longo da instrução evidenciariam a existência de ajuste ilícito entre os envolvidos e pediu a condenação de Rilei Medeiros Ribeiro e de Gabriel Paixão Santana das Neves. Em relação a fatos ligados ao Pregão Presencial nº 16/2013, o próprio MPF reconheceu a ocorrência da prescrição, mantendo, contudo, a pretensão condenatória quanto às acusações relacionadas à Concorrência Pública nº 2/2017. A ação penal já teve a fase de instrução encerrada e as alegações finais das partes foram apresentadas, encontrando-se pronta para sentença. O julgamento, entretanto, aguarda a apreciação de habeas corpus em tramitação no Tribunal Regional Federal da 1ª Região, após o qual caberá à 2ª Vara Federal Criminal da Bahia proferir a decisão de mérito. Mesmo diante desse cenário, o prefeito Robério Oliveira optou por promover Rilei Medeiros Ribeiro para um dos cargos mais estratégicos da administração municipal, responsável pela gestão financeira do Município. A escolha reacende o debate sobre os critérios adotados para ocupação de funções de confiança e sobre o compromisso da administração pública com os princípios constitucionais da moralidade, da impessoalidade e da probidade administrativa previstos no art. 37 da Constituição Federal. Importante ressaltar que a existência de denúncia e de ação penal em curso não implica presunção de culpa, prevalecendo em favor dos acusados o princípio constitucional da presunção de inocência até eventual condenação definitiva.

Crueldade em Eunápolis: morador do Moisés Reis definha à espera de exame e família faz apelo por socorro

Crueldadee em Eunápolis: morador do Moisés Reis definha à espera de exame e família faz apelo por socorro Um caso que tem comovido moradores de Eunápolis expõe a difícil realidade enfrentada por pacientes que aguardam atendimento na rede pública de saúde. Um morador do bairro Moisés Reis, ouvido pelo repórter Valdenir Santos, relatou o sofrimento causado pela demora na realização de um exame considerado essencial para o acompanhamento de seu estado de saúde. Segundo familiares e moradores da comunidade, o cidadão estaria há meses aguardando a realização do procedimento, enquanto seu quadro clínico se agrava. A situação é descrita como delicada e desesperadora, gerando angústia entre parentes e amigos que acompanham diariamente a luta pela sobrevivência. Durante a reportagem transmitida pela Rádio Nova FM 90,3, o repórter Valdenir Santos se emocionou ao ouvir o relato do paciente e de seus familiares, demonstrando a gravidade da situação e o impacto humano provocado pela demora no atendimento. Familiares afirmam que o morador está perdendo forças aos poucos enquanto aguarda uma resposta do sistema de saúde. Diante da situação, eles fazem um apelo à Secretaria Municipal de Saúde de Eunápolis para que o exame seja realizado com urgência e que o paciente receba a assistência necessária. O caso reacende o debate sobre a demora na marcação de exames e procedimentos médicos, problema frequentemente apontado por usuários da rede pública. Enquanto aguardam providências, familiares seguem mobilizados na esperança de que o pedido de socorro seja ouvido antes que a situação se torne ainda mais grave.

Brasil registra 43 casamentos entre pessoas do mesmo sexo por dia em 2025

O Brasil registrou cerca de 43 casamentos entre pessoas do mesmo sexo por dia em 2025, o equivalente a quase duas uniões por hora, segundo dados da Arpen (Associação Nacional dos Registradores de Pessoas Naturais) divulgados neste domingo (7), dia em que São Paulo recebe a 30ª edição da Parada do Orgulho LGBT+. Foram 15.520 casamentos homoafetivos no ano passado. Em comparação com 2024, quando 14.247 uniões foram registradas em cartório, o aumento foi de 8,9%. Números preliminares de 2026 indicam que a tendência deve permanecer em alta. Entre janeiro e maio deste ano, foram registrados mais de 6.000 casamentos entre pessoas do mesmo sexo, volume que pode levar a um novo recorde ao fim do ano, segundo dados do Portal da Transparência do Registro Civil, plataforma nacional administrada pela Arpen. O resultado de 2025 representa ainda um crescimento de 11% em relação a 2013, ano em que o CNJ (Conselho Nacional de Justiça) publicou a Resolução nº 175, que proibiu os cartórios de recusarem a celebração de casamentos entre pessoas do mesmo sexo. Na comparação com 2020, primeiro ano da pandemia de Covid-19, o crescimento chega a 78%. Naquele período, foram registrados cerca de 8.700 casamentos homoafetivos. O avanço, porém, deve ser analisado com cautela, já que as restrições impostas durante a crise sanitária reduziram a realização de cerimônias em todo o país. Em 2019, antes da pandemia, foram contabilizadas 12.957 uniões homoafetivas. Para o presidente da Arpen, Devanir Garcia, o salto observado entre 2020 e 2025 pode refletir uma demanda represada durante a pandemia. Os aumentos graduais registrados ano a ano, porém, também indicam maior abertura e conscientização da população sobre seus direitos. “O crescimento registrado nos últimos anos vai além do efeito da recuperação pós-pandemia. Embora 2020 tenha sido um período excepcional, com restrições que afetaram a realização de casamentos em todo o país, os dados mostram uma tendência consistente de aumento na procura pelos cartórios por parte da população LGBT+”, afirma. Para a Arpen, os números refletem o fortalecimento do acesso a direitos garantidos pela legislação brasileira. Nos anos anteriores, foram registrados 13.965 casamentos homoafetivos em 2023, 13.393 em 2022 e 11.492 em 2021. COMO REALIZAR O CASAMENTO CIVIL Para casar em cartório, os noivos devem comparecer, acompanhados de duas testemunhas maiores de 18 anos, ao Cartório de Registro Civil da região de residência de um dos cônjuges para dar entrada na habilitação. É necessário apresentar certidão de nascimento, no caso de solteiros; certidão de casamento com averbação do divórcio, para divorciados; ou certidão de casamento com averbação do óbito do cônjuge, para viúvos, além de documento de identidade e comprovante de residência. O valor é tabelado por estado e pode variar conforme o local escolhido para a cerimônia —na sede do cartório ou em outro espaço. Não é exigido laudo médico ou psicológico para a realização do ato.       Fonte Bahia Noticias

Flavio quer Lula asfixiando PCC e CV: ‘Prefere defender quem aterroriza’

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) cobrou, neste domingo (7), que o presidente Lula (PT) faça uma asfixia financeira contra as facções criminosas PCC e Comando Vermelho (CV), aproveitando o momento em que os Estados Unidos efetivaram a designação destas organizações brasileiras como terroristas. Mas o pré-candidato do PL à Presidência da República concluiu que o petista teria a preferência por defender quem aterroriza brasileiros. Flávio alertou que o rastreamento do dinheiro sujo dos narcoterroristas deve revelar “grandes tubarões” da rede criminosa. O senador comentar uma notícia da Folha sobre a preocupação de empresas em se certificar sobre eventuais conexões com as facções, para evitar punições previstas pela medida oficializada na sexta-feira (5) pelo governo do presidente Donald Trump. “Lula deveria aproveitar a oportunidade e fazer sua parte para ASFIXIAR FINANCEIRAMENTE os grupos narcoterroristas PCC e Comando Vermelho. Mas não, prefere defender quem aterroriza a vida dos brasileiros! Tão importante quanto identificar e bloquear a origem do dinheiro sujo dos narcoterroristas é saber quem são os destinatários finais desses recursos! Vão aparecer grandes tubarões nessa rede criminosa!”, provocou Flávio, nas suas redes sociais. Em outra publicação, o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou o posicionamento exposto há 20 anos pelo vice-presidente e ex-governador paulista, Geraldo Alckmin (PSB), quando este disputava a Presidência pelo PSDB contra Lula e classificou como “ato de terrorismo político e eleitoral” os ataques do PCC em São Paulo, que deixaram 564 mortos, em maio de 2006.  “Nunca se preocuparam com a segurança do povo brasileiro, sempre foi pelo poder! Nada mudou!”, concluiu Flávio.       Fonte Diário do Poder

TBT: SHOW DE NADSON FERINHA ATRAI MULTIDÃO PARA ABERTURA DA VILA DO FORRÓ 2023 EM EUNÁPOLIS

Show de Nadson o Ferinha atrai multidão para abertura da Vila do Forró 2023 em Eunápolis A abertura da Vila do Forró 2023, promovida pela Prefeitura de Eunápolis, foi inesquecível para a multidão que lotou a estrutura do bairro Centauro para assistir ao show de Nadson o Ferinha, um dos mais aguardados desta edição do evento. Da primeira à última música, cerca de 40 mil pessoas cantavam a uma só voz todos os sucessos do artista fenômeno do arrocha. A noite começou com o repertório diversificado de Cris Lima, que mesclou muito forró e sertanejo, abrindo a programação em grande estilo. Logo depois, foi a vez de Nadson o Ferinha subir ao palco e levar o público à loucura com seus sucessos, como “Você Tem Namorado, Moça?”. “Olá, Eunápolis! É um prazer enorme estar aqui cantando para vocês, fazendo nosso show. Obrigado prefeita Cordélia Torres”, salientou o artista. E, para fechar a noite, Priscila Goldini contagiou o público com muito forró eletrizante. No intervalo das apresentações, o DJ Luciano assumiu o comando da festa, mesclando os principais hits do momento e sucessos do passado, fazendo todo mundo dançar. “A sensação é de gratidão, de dever cumprido, essa abertura com Nadson o Ferinha não foi fácil de conseguir, mas conquistamos, fico realizada de poder realizar o sonho de muita gente com essa atração. Aproveito para deixar aqui minha gratidão à nossa equipe de trabalho, ninguém faz nada sozinho, muitos estão trabalhando aqui dia e noite para que o melhor aconteça. Quero que a população se divirta, essa festa é para ficar marcada, pois resgatamos o São João, que é uma tradição nordestina”, frisou a prefeita Cordélia Torres. As forças de segurança garantiram a proteção do público que prestigiou a abertura da Vila do Forró 2023. Uma equipe da Secretaria Municipal de Saúde também esteve à disposição do evento. A Vila do Forró 2023 segue até o dia 02 de julho com diversas atrações, como Amado Batista (24/06), Léo Santana (02/07), Kart Love (23/06), Larissa Gomes (29/06), Raneychas (01/06), Dan Ventura (25/06), Edu & Maraial (30/06), Arriba Saia (25/06), Oz Bambaz (02/07), entre outros.